O Castelo de Faria e outras narrativas de Alexandre Herculano

8,85€
7,96€
Indisponível
A Idade Média, em Portugal, está repleta de pequenas grandes histórias de heróis que cairiam no esquecimento não fosse a vontade patriótica de Alexandre Herculano os tornar imortais.


Onde se lê promoção na frase abaixo, deverá ler-se fixação de preço dentro dos limites permitidos pelo regime do preço fixo do livro.

Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Idade Recomendada:

+10 Anos

Dimensões:

12,8 x 19,8 x 0,5cm

Autor:

Alexandre Herculano

Sobre o Autor:

Poeta, romancista, historiador e ensaísta português, Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu a 28 de março de 1810, em Lisboa, e morreu a 18 de setembro de 1877, em Santarém. A sua obra, em toda a extensão e diversidade, ostenta uma profunda coerência, obedecendo a um programa romântico-liberal que norteou não apenas o seu trabalho mas também a sua vida. Nascido numa família modesta, estudou Humanidades na Congregação do Oratório, onde se iniciou também na leitura meditada da Bíblia, o que viria a marcar a sua mundividência. Impedido por dificuldades económicas e familiares de frequentar a Universidade, preparou-se para ingressar no funcionalismo, frequentando um curso prático de Comércio e estudando Diplomática na Torre do Tombo, onde aprendeu os rudimentos da investigação histórica. Por esta altura, com 18 anos, já se manifestava a sua vocação literária: aprendeu o francês e o alemão, fez leituras de românticos estrangeiros e iniciou-se nas tertúlias literárias da marquesa de Alorna, que viria a reconhecer como uma das suas mentoras. Em 1831, envolvido numa conspiração contra o regime miguelista, foi obrigado a exilar-se, primeiro em Inglaterra (Plymouth) e depois em França (Rennes). No exílio, aperfeiçoou o estudo da história, familiarizando-se com as obras de historiadores como Thierry e Thiers, e leu os que viriam a ser os seus modelos literários: Chateaubriand, Lamennais, Klopstock e Walter Scott. Em 1832, participou no desembarque das tropas liberais em Mindelo e na defesa do Porto, onde foi nomeado segundo-bibliotecário e encarregue de organizar os arquivos da biblioteca. Entre 1834 e 1835, publicou importantes artigos de teorização literária na revista "Repositório Literário", do Porto, (posteriormente compilados nos "Opúsculos"). Em 1836, por discordâncias com o governo setembrista, demitiu-se do seu cargo de bibliotecário e publicou o folheto "A Voz do Profeta". Em Lisboa, dirigiu a mais importante revista literária do Romantismo português, "O Panorama", para que contribuiria com diversos artigos, narrativas e traduções, nem sempre assinados. Em 1839, aceitou o convite de D. Fernando para dirigir as bibliotecas reais da Ajuda e das Necessidades, prosseguindo os seus trabalhos de investigação histórica, que viriam a concretizar-se nos quatro volumes da "História de Portugal", publicados no decurso das duas décadas seguintes. Foi precisamente por essa altura que se envolveu numa polémica com o clero, ao questionar o milagre de Ourique, polémica que daria origem aos opúsculos "Eu e o Clero" e "Solemnia Verba". Eleito deputado pelo Partido Cartista em 1840, demitiu-se no ano seguinte, desiludido com a atividade parlamentar. Voltou à política em 1851, fundou o jornal "O País", mas logo se desiludiu com a Regeneração, manifestando o seu desagrado pela conceção meramente material de progresso de Fontes Pereira de Melo. Em 1853, fundou o jornal "O Português", e dois anos depois foi nomeado vice-presidente da Academia Real das Ciências e incumbido pelos seus consórcios da recolha dos documentos históricos anteriores ao século XV - tarefa que viria a traduzir-se na publicação dos "Portugaliae Monumenta Historica", iniciada em 1856. Neste mesmo ano tornou-se um dos fundadores do partido progressista histórico e em 1857 atacou a Concordata com a Santa Sé. Em 1858, recusou a cátedra de História no Curso Superior de Letras. Entre 1860 e 1865, envolveu-se em nova polémica com o clero, quando, ao participar na redação do primeiro Código Civil Português, defendeu o casamento civil. Em 1865, fruto das suas reflexões, saíram os "Estudos sobre o Casamento Civil". Em 1867, desgostoso com a morte precoce de D. Pedro V, rei em quem depositava muitas esperanças, e desiludido com a vida pública, retirou-se para a sua quinta em Vale de Lobos (comprada com o produto da venda das suas obras), onde se dedicaria quase exclusivamente à vida rural,

Sinopse:

Leitura recomendada para o 7.º ano de escolaridade. A Idade Média, em Portugal, está repleta de pequenas grandes histórias de heróis que cairiam no esquecimento não fosse a vontade patriótica de Alexandre Herculano os tornar imortais: o alcaide que defende, com a sua vida, o Castelo de Faria contra os Castelhanos; a firmeza de D. Afonso Henriques frente à tirania do poder da Igreja; e o lendário Lidador, que, com 95 anos de idade e 80 de luta, inspira uma das vitórias dos Portugueses contra os Mouros. A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura. Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

Plano Nacional de Leitura:

Sim

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Literatura Infantil

Editora:

Porto Editora

Data de Lançamento:

Junho 2014

Nº de Páginas:

64

ISBN:

9789720727053