D. Filipe III de António Oliveira

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D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

17,2 x 24,9 x 3,4cm

Autor:

António Oliveira

Sobre o Autor:

António Neves de Oliveira, natural de S. Cosme de Gondomar. Profissional Engenharia Civil desde 1980 e escultor por paixão, formado na Escola de artes decorativas Soares dos Reis no ano de 1971. Tem participado em várias exposições coletivas de Artes Plásticas, principalmente desenho e escultura. Tem participado em diversas coletâneas de Poesia e Prosa, nomeadamente "Lugares e Palavras de Natal", "Lugares e Palavras do Porto", "Universo da Poesia", "Antologia de Poesia Contemporânea", "Livro Aberto", "Mimos de Maio 2018", "Mimos de Novembro 2018", "Mimos de Abril 2019" e "Mimos de Outubro 2019". Em 2014, publicou o romance ""A singular vida de José Almeida"", através da editora "Lugar da Palavra".

Sinopse:

D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.

Plano Nacional de Leitura:

Sim

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

História e Política

Editora:

Temas e Debates

Data de Lançamento:

Abril 2008

Nº de Páginas:

448

ISBN:

9789727599592