Cânone de Câmara Escura de Enrique Vila-Matas

19,90€
Indisponível
Um livro sobre livros, sobre a impossibilidade de escrever e sobre o sentido último da escrita.


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Dimensões:

15,7 x 23,5 x 1,2cm

Autor:

Enrique Vila-Matas

Sobre o Autor:

Enrique Vila-Matas (Barcelona, 1948) é um dos mais consagrados escritores espanhóis da atualidade. Traduzido em 37 línguas, da sua vasta obra destacam-se "História Abreviada da Literatura Portátil", "Suicídios Exemplares", "Filhos sem Filhos", "Bartleby & Companhia", "O Mal de Montano", "Doutor Pasavento", "Paris nunca Se Acaba", "Exploradores do Abismo", "Diário Volúvel", "Dublinesca", "Chet Baker Pensa na Sua Arte", "Ar de Dylan", "Kassel não Convida à Lógica", "Marienbad Eléctrico", "Mac e o Seu Contratempo", "Esta Bruma Insensata" e "Montevideu" (considerado livro do ano pelo "El Mundo", em 2022). Cavaleiro da Legião de Honra francesa, recebeu os mais importantes prémios literários, entre os quais o Prémio FIL, o Prémio "Rómulo Gallegos", o "Prix Médicis Étranger", o Prémio Nacional de Cultura da Catalunha, o Prémio da Real Academia Espanhola e o "Prix du Meilleur Livre Étranger". "Cânone de Câmara Escura" é o seu mais recente romance.

Sinopse:

Vidal Escabia, o protagonista desta história, selecionou setenta e um livros num quarto escuro da sua casa no intuito de escrever um cânone deslocado, intempestivo e inatual, dissidente dos oficiais. Todas as manhãs escolhe ao acaso um deles e traz à luz um fragmento destinado ao cânone, mas o que a sua leitura desentranha influi na sua vida e também na sua escrita. Crescem as suspeitas de que o narrador de "Cânone de Câmara Escura" seja um androide, um Denver-7 infiltrado entre as pessoas comuns de Barcelona, ou, pelo contrário, utilize o cânone para dar sentido à sua vida perante o amor desorbitado que sente pela filha ausente. Um Vila-Matas extremo que vai mais além na sua indagação sobre o não-sentido, o simulacro e a ficção como estranhas formas de vida, e também na sua visão da arte literária como transmissão, colaboração e modificação de ideias alheias. Uma busca, em suma, de um sentido último da escrita, ao mesmo tempo que se exploram temas como o duplo ou a ausência infinita que deixam aqueles que amamos, "a mesma ausência que Eurídice deixou a Orfeu e da qual muitos julgam que a escrita nasceu".

Tipo de Literatura:

Traduzida

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Romance

Editora:

Dom Quixote

Data de Lançamento:

Fevereiro 2026

Nº de Páginas:

192

ISBN:

9789722087353