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Dimensões:
15,2 x 23,5 x 3,4cm
Autor:
Irene Flunser Pimentel
Sobre o Autor:
Mestre em História Contemporânea (Século XX) e doutorada em História Institucional e Política Contemporânea, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Investigadora do Instituto de História Contemporânea (FCSH da UNL), autora de "História das Organizações Femininas do Estado Novo" (2000, Prémio Carolina Michaëlis em 1999), de "Judeus em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial. Em Fuga de Hitler e do Holocausto" (2006, Prémio ex-aequo Adérito Sedas Nunes, atribuído pelo Instituto de Ciências Sociais em 2007), de "A História da PIDE" (2007, Prémio Especial Máxima em 2008), de "Tribunais Políticos. Tribunais Militares Especiais e Tribunais Plenários durante a Ditadura e o Estado Novo", em coautoria com Fernando Rosas, João Madeira, Luís Farinha e Maria Inácia Rezola (2009), de "A cada um o seu lugar" (2011, Prémio Ensaio 2012 da Máxima), de "O Caso da PIDE/DGS" (2017), de "Holocausto" (2020, vencedor do Prémio Fundação Calouste Gulbenkian, na categoria "História da Europa", em 2021) e de "Informadores da Pide – Uma Tragédia Portuguesa" (2022). Distinguida com o Prémio Pessoa em 2007 e com o Prémio "Seeds of Science", na categoria "Ciências Sociais e Humanas", em 2009, e condecorada com a Ordem Nacional da Legião de Honra pelo Governo de França em 2015.
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
História e Política
Editora:
Temas e Debates
Data de Lançamento:
Abril 2011
Nº de Páginas:
608
ISBN:
9789727599561