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Dimensões:
15,7 x 23,4 x 1,1cm
Autor:
António Tavares
Sobre o Autor:
António Tavares nasceu no Lobito, Angola, em 1960. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e é pós-graduado em Direito da Comunicação pela mesma universidade. Foi jornalista e autarca e atualmente é professor. Escreveu peças de teatro e ensaios. Como romancista, foi finalista do Prémio LeYa e do Prémio Literário Fernando Namora com "As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia", venceu o Prémio LeYa em 2015 com "O Coro dos Defuntos", o seu romance "Todos os Dias Morrem Deuses" recebeu uma menção honrosa no Prémio Literário Alves Redol e publicou ainda o romance "Homens de Pó".
Sinopse:
1953. Este é um ano rico em acontecimentos: Eisenhower é eleito Presidente dos EUA, Churchill ganha o Prémio Nobel da Literatura, os Rosenberg são acusados de espionagem e executados, Tito torna-se o timoneiro da Jugoslávia… E, porém, os factos que atraem o protagonista deste romance - um jovem jornalista sem dinheiro que deambula por uma Lisboa de cafés e águas-furtadas - são claramente delicados em tempo de censura, pois prendem-se com as múltiplas conspirações que rodeiam a morte e a sucessão de Estaline na União Soviética. Não só é preciso que escreva com pinças para fintar o regime, como a informação que lhe chega de fora é escassa e contraditória, obrigando-o a dar largas à sua imaginação… Muitos anos depois, de regresso à aldeia onde nasceu e a que o liga a memória da mãe, sente o rasto da velhice na metáfora de uma fogueira que vai consumindo o que ainda lhe sobra desse passado e relembra as mulheres que o marcaram e os deuses que ajudou a criar na sua prosa diária.
Tipo de Literatura:
Lusófona
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
Romance
Editora:
Dom Quixote
Data de Lançamento:
Abril 2017
Nº de Páginas:
176
ISBN:
9789722062473