Quantas Madrugadas Tem a Noite de Ondjaki

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"O livro devolve a quem o leia o ancestral prazer das histórias contadas à lareira, noite dentro." - Manuel Jorge Marmelo, Mil Folhas (Público).


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

13,4 x 21,2 x 1,7cm

Autor:

Ondjaki

Sobre o Autor:

Ondjaki nasceu em Luanda em 1977. Prosador. Às vezes poeta. É membro da União dos Escritores Angolanos. Está traduzido em francês, espanhol, italiano, alemão, inglês, sérvio, swahili e polaco. Prémio Literário Sagrada Esperança 2004 (Angola) e Prémio Literário António Paulouro 2004; Grande Prémio de Conto "Camilo Castelo Branco" C. M. de Vila Nova de Famalicão/APE 2007, com "os da minha rua"; o "Grinzane for Africa Prize – Young Writer" 2008 (pelo conjunto da obra); Prémio FNLIJ (Brasil 2010, 2013 e 2014); prémio JABUTI (Brasil 2010), na categoria Juvenil, com "AvóDezanove e o segredo do soviético" (romance); e o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância, 2012, com "a bicicleta que tinha bigodes". Em 2013, com "os transparentes", ganhou o Prémio José Saramago. Vence o prémio Literário Vergílio Ferreira 2023 da Universidade de Évora. O júri, que decidiu a atribuição por unanimidade, destacou "o contributo que Ondjaki faz para que a língua portuguesa seja língua de reconciliação e mesmo de consciência crítica para todos os falantes de português".

Sinopse:

"Quantas Madrugadas Tem a Noite" está destinado a ser um marco na literatura angolana e na literatura de língua portuguesa em geral. Com uma extraordinária mestria narrativa, Ondjaki conta aqui uma história em que não se sabe o que admirar mais, se a fulgurante imaginação do autor, se a sua capacidade para a criação de tipos e situações carregados de significado, se a sua capacidade para elevar a linguagem coloquial a um altíssimo nível literário. O humor, a farsa, o lirismo, a tragédia, o horror, todos estes sentimentos são aqui convocados e expostos, com a fluência de quem conta, simplesmente, uma história, na Luanda dos dias de hoje. Assim: "Num tenho dinheiro, num vale a pena te baldar. Mas, epá, vamos só desequilibrar umas birras; sentas aí, nas calmas, eu te pago em estória, isso mesmo, uma pura estória daquelas com peso de antigamente, nada de invencionices de baixa categoria, estorietas, coisas dos artistas: pura verdade, só acontecimentos factuais mesmo. A vida não é um carnaval? Vou te mostrar alguns dançarinos, damos e damas, diabo e Deus, a maka da existência. Transformo só o material pra lhe dar forma, utilidade. O artista molha as mãos pra trabalhar o destino do barro? Eu molho o coração no álcool pra fazer castelo das areias em cima das estórias... Uma noite, quantas madrugadas tem?"

Tipo de Literatura:

Lusófona

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Romance

Editora:

Caminho

Data de Lançamento:

Abril 2004

Nº de Páginas:

204

ISBN:

9789722116268