O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde

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"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

14,7 x 22,5 x 1,6cm

Autor:

Oscar Wilde

Sobre o Autor:

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin. Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o "Trinity College" de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de "dandy" e o desafio às convenções. É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford. É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater. Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve "Vera ou os Niilistas", que não chega a ser representada, e em 1881 publica "Poems". Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade. Colabora com a "Pall Mall Gazette", publica "O Retrato do Sr. W. H.", contos como "O Príncipe Feliz", e ataca o realismo no ensaio "O Declínio da Mentira". Em 1891 surge "O Retrato de Dorian Gray". O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica "A Alma do Homem e o Socialismo". Em 1892, edita "O Leque de Lady Windermere", o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide. Mas "Uma Mulher sem Importância" faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens. É o começo do fim. Embora escreva ainda "Um Marido Ideal", "Uma Tragédia Florentina" e "A Importância de Ser Earnest", a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se. O autor de "O Declínio da Mentira" vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry. Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com "atos de grave indecência". O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados. É na prisão que escreve "De Profundis". Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris. Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: "Estou a morrer acima das minhas possibilidades."

Sinopse:

"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.Oscar Wilde afirmaria que "Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez".

Tipo de Literatura:

Traduzida

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Romance

Editora:

Relógio D'Água

Data de Lançamento:

Junho 2016

Nº de Páginas:

240

ISBN:

9789896416249