Triunfo do Amor Português de Mário Cláudio

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Celebrando o amor, Mário Cláudio reescreve no presente volume doze histórias de amor e transgressão recriadas a partir de lendas e de episódios da História de Portugal.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

15,7 x 23,6 x 1,6cm

Autor:

Mário Cláudio

Sobre o Autor:

Escritor português, de nome verdadeiro Rui Manuel Pinto Barbot Costa, nascido a 6 de novembro de 1941, no Porto. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, onde se diplomou também como bibliotecário-arquivista, e "master of Arts" em biblioteconomia e Ciências Documentais pelo University College de Londres, revelou-se como poeta com o volume "Ciclo de Cypris" (1969). Tradutor de autores como William Beckford, Odysseus Elytis, Nikos Gatsos e Virginia Woolf, foi, porém, como ficcionista que mais se afirmou. Publicou com o nome próprio, uma vez que "Mário Cláudio" é pseudónimo, um "Estudo do Analfabetismo em Portugal", obra que reúne a sua tese de mestrado e uma comunicação apresentada no 6.° Encontro de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Portugueses, em 1978. Colaborador em várias publicações periódicas, como "Loreto 13", "Colóquio/Letras"," Diário de Lisboa", "Vértice", "Jornal de Letras Artes e Ideias", "O Jornal", entre outros, foi considerado pela crítica, desde a publicação de obras como "Um Verão Assim", um autor para quem o verso e a prosa constituem modalidades intercambiáveis, detendo características comuns como a opacidade, a musicalidade e a rutura sintática, subvertendo a linearidade da leitura por uma escrita construída como "labirinto em espiral". A obra de Mário Cláudio apresenta uma faceta de investigador e de bibliófilo que, encontrando continuidade na sua atividade profissional, inscreve eruditamente cada um dos livros numa herança cultural e literária, portuguesa ou universal. Dir-se-ia que a sua escrita, seja romanesca, seja em coletâneas de pequenas narrativas (Itinerários, 1993), funciona como um espelho que devolve a cada período a sua imagem, perspetivada através de um rosto ou de um local, em que o próprio autor se reflete, e isto sem a preocupação de qualquer tipo de realismo, mas num todo difuso e compósito, capaz de evocar o sentido ou o tom de uma época que concorre ainda para formar a época presente. Mário Cláudio recebeu, em 1985, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores por "Amadeo" (1984), o primeiro romance de um conjunto posteriormente intitulado "Trilogia da Mão" (1993), em 2001 recebeu o prémio novela da mesma associação pelo livro "A Cidade no Bolso" e, em dezembro de 2004, foi distinguido com o Prémio Pessoa. Para além das obras já mencionadas, são também da sua autoria "Guilhermina" (1986), "A Quinta das Virtudes", (1991), "Tocata para Dois Clarins" (1992), "O Pórtico da Glória" (1997), "Peregrinação de Barnabé das Índias" (1998), "Ursamaior" (2000), "Orion" (2003), "Amadeu" (2003), "Gémeos" (2004) e "Triunfo do Amor Português" (2004). O autor tem também trabalhos publicados na área da poesia (como "Ciclo de Cypris", 1969, "Terra Sigillata", de 1982, e "Dois Equinócios", de 1996), dos ensaios ("Para o Estudo do Alfabetismo e da Relutância à Leitura em Portugal", de 1979, entre outros), do teatro (por exemplo, "O Estranho Caso do Trapezista Azul", de 1999) e da literatura juvenil ("A Bruxa, o Poeta e o Anjo", de 1996).

Sinopse:

No prefácio ao livro, Agustina Bessa-Luís escreve: "O amor à portuguesa, tema deste livro de Mário Cláudio, escrito de maneira vernácula e às vezes irónica, esclarece-nos sobre a importância da culpa nos caminhos do amor. Conta, e muito bem, os terrores de Camilo quando da morte de Pinheiro Alves, o marido de Ana Plácido. Estando ele a ler na cama, uma mão de ferro aperta-lhe a garganta; o facto de contar esta história demonstra que Camilo vota pela confissão pública do seu adultério. É da culpa que ele retira a imaginação e o arrebato da sua escrita. Não há amor sem culpa. E quanto mais ela é sentida e procurada mais o amor se enovela no coração e a esponja do desejo absorve matérias de prazer infinito. Nem uma só das narrativas de Mário Cláudio está despojada de culpa. Porque o amor se previne com a culpa para ser agente de mudanças. Se fosse preciso afirmar Mário Cláudio como um escritor, este livro "Triunfo do Amor Português" vinha coroar a sua obra." Celebrando o amor, Mário Cláudio reescreve no presente volume doze histórias de amor e transgressão recriadas a partir de lendas e de episódios da História de Portugal, como as de Pedro e Inês, Leonor Teles e o Conde de Andeiro, Camilo Castelo Branco e Ana Plácido ou António Nobre e Alberto de Oliveira.

Tipo de Literatura:

Lusófona

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Ensaios

Editora:

Dom Quixote

Data de Lançamento:

Fevereiro 2014

Nº de Páginas:

248

ISBN:

9789722054102