Que Força É Essa de Helena Sofia Silva

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Cartazes e materiais de protesto: das ruas para o novo livro da coleção Ephemera.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

17,3 x 21,9 x 1,3cm

Autor:

Helena Sofia Silva

Sobre o Autor:

Helena Sofia Silva é docente e investigadora em design, sediada no Porto. O seu trabalho centra-se atualmente em expressões gráficas de protesto em Portugal, partindo da atividade e do acervo do arquivo ephemera. Desenvolve a sua investigação no âmbito do Programa Doutoral em Design da Universidade de Aveiro/Universidade do Porto, com o apoio da FCT. Autora de Design Português — 1980/1999 (Verso da História, 2015), colaborou nas monografias dedicadas a João Machado e Francisco Providência (Cardume, 2016). Com este último, partilhou a curadoria da exposição inaugural da Casa do Design, Burilada | artefactos para a sobre-vivência, em 2016. Foi curadora, com José Pacheco Pereira, da exposição de cartazes de protesto O Que Faz Falta É Agitar a Malta (2018), projeto selecionado na categoria Investigacíon y Diseño da BID 18 – Bienal Iberoamericana de Diseño.

Sinopse:

Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

História e Política

Editora:

Tinta da China

Data de Lançamento:

Setembro 2019

Nº de Páginas:

192

ISBN:

9789896715021