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Dimensões:
15,2 x 23,5 x 1,2cm
Autor:
P.Jorge Oliveira
Sobre o Autor:
P. Jorge Oliveira é de Braga e nasceu em 1983. É licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico e mestre em Gestão de Projetos pela Universidade Técnica de Lisboa. Concluiu, em 2024, o doutoramento em Teologia Moral na Pontificia Università della Santa Croce, em Roma, um ano depois de ter sido ordenado sacerdote do Opus Dei pelo Cardeal Lazarus You Heung-sik. Profissionalmente, dedicou-se à gestão de projetos no setor da construção e da banca e foi formador na área de Earned Value Management no FUNDEC – Associação para a Formação e o Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitetura. Entre 2017 e 2022, foi diretor dos departamentos económico e de comunicação do Opus Dei em Portugal e membro dos conselhos de administração da EucA (Bruxelas) e da ONG Harambee Africa International. Desenvolve a sua atividade pastoral no Porto, no Vega Clube, no Colégio Cedros e na Paróquia de Ramalde. É formador de comunicação no Seminário do Porto, responsável pelo podcast 10 Minutos Com Jesus, comentador regular de assuntos teológicos na SIC e cronista para a CNN e para o Portal Ponto SJ. Admirador de Itália e apreciador de arte, tem um especial apreço por Caravaggio. Gosta de pedalar e de correr, tendo já completado seis maratonas e 102 meias-maratonas.
Sinopse:
Em "Quantas cervejas posso beber até pecar?", o Padre Jorge Oliveira reúne um conjunto de reflexões que nascem de eventos, histórias e encontros inesperados. Algumas partem da tradição cristã e de figuras como o Papa Francisco ou a Madre Teresa, cujas vidas continuam a inspirar quem procura viver com mais humildade, verdade e compaixão. Outras, de onde menos se espera: de uma atleta, de um sem-abrigo, de uma pessoa não crente – porque, muitas vezes, são aqueles que não falam de fé que nos recordam o que significa vivê-la. Aqui se mostra que a crença não se aprende apenas nos livros ou na igreja, mas também na vida, no modo como olhamos para os outros e deixamos que eles nos transformem. Afinal, vale sempre a pena lembrar que a fé é mesmo para “todos, todos, todos”. “Construir dá trabalho. Permanecer cansa. Fugir parece sempre mais fácil. Às vezes, confundimos felicidade com ausência de dor. Mas amar nunca foi isso. Amar é atravessar fases, aceitar limites, aprender a cuidar quando o entusiasmo desaparece. Amar não é tanto perseguir a minha felicidade, mas pensar como posso fazer os outros felizes.”
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
Religião
Editora:
Albatroz
Data de Lançamento:
Agosto 2026
Nº de Páginas:
224
ISBN:
9.7899E+12