Manhattan '45 de Jan Morris

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Vista nas fotografias das revistas, nos folhetos de propaganda ou enquanto cenário dos musicais de Hollywood, Manhattan tinha uma aparência garbosa, cheia de ritmo, repleta de uma cintilação amena, o lugar onde Frank Sinatra e Betty Grable podiam surgir a cada esquina.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

14,6 x 20,1 x 2,4cm

Autor:

Jan Morris

Sobre o Autor:

Jan Morris (1926-2020) nasceu em Clevedon, Inglaterra, filha de pai galês e de mãe inglesa, com o nome de James Humphrey Morris. Apesar da identidade masculina, percebeu "aos três, talvez quatro anos", que tinha nascido "no corpo errado", concluindo a transição para o sexo feminino em 1972. Estudou história em Oxford e aos 17 anos ingressou no Exército inglês. Depois de deixar a vida militar, dedicou-se ao jornalismo e integrou a redação do "The Times". Publicou o primeiro livro, na sequência de uma visita aos EUA, em 1956. Daí em diante, escreveu dezenas de relatos de viagens, livros de história e ensaios, dois romances e uma coletânea de contos. Na Tinta-da-china, foram já publicados "Veneza", "Hav", "Espanha", "Manhattan ’45", "Conundrum" e "Trieste". Passou os últimos anos da sua vida no País de Gales, na companhia de Elizabeth Tuckiness, com quem se tinha casado em 1949 e com quem teve cinco filhos. Em 2008, o "The Times" incluiu-a entre os 15 maiores escritores britânicos do pós-guerra e, em 2018, foi distinguida com o Prémio "Edward Stanford", pelo seu contributo ímpar para a literatura de viagens.

Sinopse:

Manhattan ’45 é simultaneamente um retrato de época, ainda que escrito a posteriori, e um tributo à mais mítica das metrópoles. Na ressaca da vitória de um conflito devastador, Nova Iorque acorda para uma nova vida: a 20 de Junho de 1945, o Queen Mary atraca no porto, devolvendo à pátria não só 14 mil soldados, como também a esperança num mundo melhor, mais próspero, mais vibrante e mais atrevido. Foi o começo dos anos dourados de Nova Iorque, quando tudo parecia estar à frente do seu tempo - costumes, arquitectura, transportes, comunicações, arte, moda, política - e tudo foi finalmente possível. Talvez esta cidade que Jan Morris descreve tenha já desaparecido, mas a verdade é que continua esplendorosa no imaginário ocidental, e imortalizada neste livro. "O perfil dos arranha-céus de Manhattan reverberava na imaginação de todas as nações, e as pessoas de todo o mundo acalentavam a ambição, por mais inalcançável, de desembarcar um dia nestes cais lendários, onde as sereias ululavam sem parar, as luzes cintilantes brilhavam perpetuamente e cuecas pretas de renda se agitavam, emblemáticas, nas vigias dos paquetes. O brilho e a alegria desta cidade eram como um tónico a revigorar a imaginação de um mundo debilitado. A sua opulência, observada com um misto de assombro e inveja pelas sociedades menos desenvolvidas nos quatro cantos do mundo, parecia demonstrar que todos os humildes podiam um dia ser ricos. Vista nas fotografias das revistas, nos folhetos de propaganda ou enquanto cenário dos musicais de Hollywood, Manhattan tinha uma aparência garbosa, cheia de ritmo, repleta de uma cintilação amena, o lugar onde Frank Sinatra e Betty Grable podiam surgir a cada esquina. Era o Presente hipnotizador, sublimado. Era o Futuro prestes a acontecer."

Tipo de Literatura:

Traduzida

Língua:

Português

Capa:

Capa Dura

Temática:

Viagens e Guias Turísticos

Editora:

Tinta da China

Data de Lançamento:

Outubro 2018

Nº de Páginas:

304

ISBN:

9789896714574