Clones Humanos de Clara Pinto Correia

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"Clones Humanos" explica, desmistifica e interroga todas as ideias à volta da clonagem.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

13,7 x 21,7 x 1,5cm

Autor:

Clara Pinto Correia

Sobre o Autor:

Clara Pinto Correia (Lisboa, 30 de janeiro de 1960 — Estremoz, 9 de dezembro de 2025) foi ficcionista, cronista, divulgadora científica e bióloga portuguesa. Figura "sui generis" do panorama da literatura portuguesa, quer pelo seu estilo de escrita, quer pelas áreas da sua produção ou ainda pelo ritmo de publicação que a autora manteve. Depois de se ter licenciado em Biologia pela Universidade de Lisboa, doutorou-se pela Universidade do Porto, prosseguindo uma carreira universitária e de investigação no domínio da Embriologia no Instituto Gulbenkian de Ciência e nos Estados Unidos da América (Buffalo e Universidade de Harvard). A sua estreia literária dá-se em 1984, com o romance "Agrião", mas a sua popularidade atinge-a com o romance "Adeus Princesa", sucesso editorial, transposto para o cinema. A consagração máxima dá-se depois da publicação do folhetim "E se tivesse a bondade de me dizer porquê?" em coautoria com Mário de Carvalho, numa obra em que os dois escritores são responsáveis por capítulos que se intercalam, sem nunca se encontrarem. Poder-se-á chamar a Clara Pinto Correia a autora pós-moderna por excelência, constando da sua bibliografia desde inquéritos de cariz sociológico a uma fotonovela, passando por literatura infantil, crónica, poesia, narrativa, e divulgação científica. Destacam-se na sua obra, para além dos já citados, na ficção: "Ponto Pé de Flor e Mais que Perfeito"; na literatura infantil: "Quem Tem Medo Compra um Cão", "A Minha Alma Está Parva" e "A Ilha dos Pássaros Doidos"; na divulgação científica: "Os Bebés-Proveta", "Clonai e Multiplicai-vos" e "O Ovário de Eva".

Sinopse:

A mediatização do caso da ovelha "Dolly" veio colocar o problema da clonagem ao nível dos indivíduos comuns. Mas já havia muito tempo que vários cientistas trabalhavam neste domínio. Um deles era Clara Pinto Correia, que desde o início dos anos 90 integrava uma equipa em Massachusettes, que se dedicava ao estudo da clonagem de mamíferos. Para ela, a ovelha "Dolly" não constituiu propriamente uma surpresa. E porque, também como escritora que é, Clara Pinto Correia se tem preocupado em divulgar a ciência ao grande público, surge este livro, "Clones Humanos", que explica, desmistifica e interroga todas as ideias à volta da clonagem. "Não lhe direi se a clonagem é boa ou má. As escolhas fundamentais com que as sociedades humanas se deparam nunca são assim tão simples. Espero que este pequeno manual seja uma resposta aos receios básicos da maioria das pessoas sobre este assunto. Mas não me espantaria nada que grande parte dos leitores considerasse o meu relato bastante assustador. Para além disso, escrevi-o também a fim de isolar os verdadeiros aspectos da clonagem do delírio de cenários incoerentes e pessimistas com que os media nos bombardearam. Mas não posso de modo nenhum declarar que aquilo que vou explicar não é controverso." (Clara Pinto Correia, na introdução)

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Ciências

Editora:

Relógio D'Água

Data de Lançamento:

Abril 1999

Nº de Páginas:

224

ISBN:

9789727085545