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Dimensões:
14,5 x 20,5 x 0,7cm
Autor:
Filipa Leal
Sobre o Autor:
Filipa Leal nasceu no Porto, Portugal, em 1979. Tem 15 livros publicados (desde 2004), entre os quais A Cidade Líquida e O Problema de Ser Norte, ou Vem à Quinta-feira (já na 5.ª edição) e Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano, ambos finalistas do Prémio Correntes d’Escritas e semifinalistas do Prémio Oceanos. Está editada em Espanha e no Brasil (com o livro A Cidade Líquida); na Colômbia (com a antologia En los días tristes no se habla de aves); em França (com a plaquete La Ville Oubliée); na Polónia (com o livro Zapalki i metal na imitacji materii ludzkiej) e no Luxemburgo (Vale Formoso, edição bilingue francês-português). Formada em Jornalismo pela Universidade de Westminter (Londres), é Mestre em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Está representada em várias antologias em Portugal e no estrangeiro (Venezuela, México, Bulgária, Grécia, Países Baixos ou Eslovénia). Em 2010, teve um dos seus poemas exposto no Metro de Varsóvia, na iniciativa "Poems on the Underground". Em 2012 e 2014, representou Portugal em encontros literários na Alemanha – no Festival de Poesia de Berlim 2012, e na Conferência dos Escritores Europeus 2014/Long Night of European Literature, no âmbito da qual fez uma leitura dos seus poemas no Deutsches Theater. Em 2016, o seu poema "Hoje, também os carros dançam" integrou uma instalação sonora europeia na British Library, em Londres; e, em 2023, o poema "Quanto tempo para o intervalo" esteve exposto na Polónia na iniciativa "Poems in the City". Tem integrado alguns júris internacionais: fez parte do Júri do Prémio de Literatura Oceanos (2018) e do Júri do Prémio de Jornalismo Gabriel García Márquez (Colômbia, 2019). Poeta, jornalista e argumentista (destaque para o guião do filme Jogo de Damas, com a realizadora Patrícia Sequeira – Prémio de Melhor Guião nos Festivais de Cinema do Chipre e de Copenhaga; e para a série Mulheres Assim, na RTP1). Acaba de publicar o livro de poemas Adrenalina, assinalando os seus 20 anos de poesia.
Sinopse:
Mulher a inventar o corpo, a bocacheia de vestígios de pântano, de heras, de lodo, de incomunicabilidade. Mulher segurando a máscara, preparando-se para o esconderijo, para a fácil loucura de já não ser real. Mulher de perfil, tão pendurada, tão sem olhos frontais, provocando-se a própria obra que a inclui, desmotivando-se de tudo o que não for matéria, soltando-se de todos os que a vêem bem. Mulher enchendo-se de bronze, tapando-se com a escultura que ela faráde si mesma.
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
Poesia
Editora:
Assírio & Alvim
Data de Lançamento:
Março 2019
Nº de Páginas:
72
ISBN:
9789723720792