Física No Dia-a-Dia de Rómulo de Carvalho

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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

13,7 x 21,1 x 1,7cm

Autor:

Rómulo de Carvalho

Sobre o Autor:

Rómulo Vasco da Gama Carvalho nasceu em Lisboa em 1906 e faleceu na mesma cidade, em 1997. Poeta, autor dramático, cientista e historiador, formado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade do Porto. Com o seu nome próprio, Rómulo de Carvalho é autor de numerosos volumes de divulgação da cultura científica, publicados, nos anos 50 e 60, na colecção "Ciência para gente nova", da Atlântida nos anos 70, nos "Cadernos de iniciação científica", da Sá da Costa, a que seguiriam nas décadas posteriores vários manuais escolares. Ainda neste domínio, desenvolveu trabalhos de investigação sobre a história da ciência em Portugal. Como poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão, é contemporâneo da geração de "Presença", mas só se revelou na segunda metade do século, sendo saudado, no momento da sua revelação, por David Mourão-Ferreira como uma voz "inteiramente nova" no panorama poético dos anos 50 (cf. "Vinte Poetas Contemporâneos" , 2.a ed., Lisboa, Ática, 1980, pp. 149-153). Para essa originalidade concorriam, entre outros traços, a incorporação das tradições do primeiro e segundo modernismos, a opção por um estilo rigorosamente cadenciado e ritmado, a expressão da inquietação e angústia colectivas do Homem do pós-guerra ou o recurso frequente a uma terminologia ou imagística provenientes do domínio científico. Jorge de Sena (cf. estudo introdutório à segunda edição de "Poesias Completas" , Lisboa, Portugália, 1968) e Fernando J. B. Martinho (cf. "Tendências Dominantes da Poesia Portuguesa da Década de 50" , Lisboa, Colibri, 1996, pp. 428-433) assinalam na poesia de António Gedeão a recorrência de dispositivos retóricos que permitem considerar no âmbito de um neobarroquismo a poesia do autor de "Movimento Perpétuo". Vários dos seus poemas foram também divulgados através da música, como, por exemplo, "Calçada de Carriche", "Fala do Homem Nascido", "Lágrima de Preta" e "Pedra Filosofal" , tendo este último, composto e cantado por Manuel Freire, obtido um sucesso invulgar.

Sinopse:

"Rómulo de Carvalho veio recordar-nos, mais uma vez, como a Física também é quotidiana. A sua obra de divulgação científica, agora em reedição, ocupa um lugar destacado na história da divulgação em Portugal." Do prefácio

Tipo de Literatura:

Lusófona

Ilustração / Fotografia:

Gil Perdigão

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Ciências

Editora:

Relógio D'Água

Data de Lançamento:

Março 2013

Nº de Páginas:

354

ISBN:

9789896413392