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Dimensões:
14,2 x 21,0 x 2,0cm
Autor:
Rui Zink
Sobre o Autor:
Rui Zink nasceu em Lisboa em 1961, é escritor e professor. O corpo do seu trabalho é bem diversificado, indo do romance à banda desenhada, do ensaio à literatura infantil, do teatro de rua com os Felizes da Fé à ópera de câmara com a AREPO. Desde 1986 publica títulos como Hotel Lusitano, Apocalipse Nau, O Suplente, O Anibaleitor, A Instalação do Medo ou O avô tem uma borracha na cabeça. A sua obra está traduzida para vinte línguas e já foi distinguida dentro e fora de Portugal. A adaptação teatral do Manual do Bom Fascista tem esgotado salas.
Sinopse:
"Inocêncio Mendes pensou: estão loucas. Depois pensou: não, eu é que estou louco. Razão tinha a colega Judite: num mundo a enlouquecer, será sensato tentar manter a razão?" Há pessoas a serem perseguidas nas ruas pelas mais variadas razões. Uma conspiração? Ou apenas o ar do tempo? Enquanto tenta sobreviver ao caos, a inspetora Judite Furriel identifica um padrão que liga vários episódios de violência a uma narrativa invisível que se infiltra no quotidiano. Quem decide quem merece viver? Rui Zink continua a fazer das suas, pesando palavras e ideias para lhes devolver a merecida leveza. Como uma criança num salão de jogos, enfia a moeda na ranhura e, com as pinças da grua, tira-nos o boneco. "Muita gente acorreu ao terreno a tentar ajudar, além das autoridades. E outra boa dose de charlatães, ou mesmo sociopatas, sempre rápidos a tirar proveito do sofrimento alheio, sobretudo se achassem que a compiaxão humana era fraqueza, não força."
Tipo de Literatura:
Lusófona
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
Romance
Editora:
Porto Editora
Data de Lançamento:
Fevereiro 2026
Nº de Páginas:
272
ISBN:
9789720056955