O Cavalo Espantado de Alves Redol

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"O Cavalo Espantado será, talvez mais que nenhum outro, [...] o romance da «destruição» do homem, em que surge, mais ou menos complexamente equacionado, um mundo velho que se desagrega em bloco: ou o romance da solidão, da angústia e da inação." - Alexandre Pinheiro Torres


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Dimensões:

13,6 x 20,9 x 19,1cm

Autor:

Alves Redol

Sobre o Autor:

Escritor português, natural de Vila Franca de Xira, António Alves Redol nasceu a 29 de dezembro de 1911 e faleceu 29 de novembro de 1969. Figura central do Neorrealismo português, foi autor de uma vasta obra ficcional, que inclui o teatro e o conto. Filho de um pequeno comerciante ribatejano, obteve um curso comercial e, cedo, teve de se iniciar no mundo do trabalho. Ainda jovem, partiu para Angola à procura de melhores condições de trabalho, mas lá conheceu a pobreza e o desemprego. De regresso a Portugal, à capital, desenvolveu várias atividades profissionais e enveredou nos meandros da oposição ao Estado Novo ingressando no Partido Comunista. De início, tornou-se colaborador do jornal "O Diabo", mas a sua veia literária acabaria por se manifestar em 1939. Empenhado na luta de resistência ao regime salazarista, compreendeu a literatura como forma de intervenção social e, nesse mesmo ano, surgiu o seu primeiro romance, "Gaibéus", cujo assunto, relacionado com problemas sócio-económicos vividos pelos ceifeiros, fez desta obra o marco do aparecimento do Neorrealismo. A sua literatura não se caracteriza pela escrita de histórias ficcionadas, mas essencialmente pela abordagem da realidade social e de experiências vividas.

Sinopse:

O Cavalo Espantado será, talvez mais que nenhum outro, [...] o romance da "destruição" do homem, em que surge, mais ou menos complexamente equacionado, um mundo velho que se desagrega em bloco: ou o romance da solidão, da angústia e da inação. Os milionários Jadwiga e Leo, refugiados austríacos, "judeus com dinheiro", em Lisboa, chegados à capital portuguesa em Fevereiro de 1939, são personagens que gravitam na orbita de um mundo que está a morrer (e eles recusam-se a morrer fisicamente), nem sequer são anti-nazistas convictos, querem é salvar a pele e todo o dinheiro possível. Que poderá Pedro Dias = Redol fazer por eles? Alexandre Pinheiro Torres

Tipo de Literatura:

Lusófona

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Romance

Editora:

Caminho

Data de Lançamento:

Janeiro 2018

Nº de Páginas:

288

ISBN:

9789722128803