Como Caminhar Num Pântano de Marta Pais Oliveira

16,50€
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Entre lucidez, ironia e ternura áspera, esta história é uma meditação sobre liberdade, perda e resistência, onde a escrita se afirma como um último ato de insubmissão.


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Dimensões:

14,8 x 22,8 x 1,1cm

Autor:

Marta Pais Oliveira

Sobre o Autor:

Marta Pais Oliveira (Porto, 1990) é autora dos romances "Escavadoras" (Gradiva, 2021, Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís) e "Faina" (Gradiva, 2024, Finalista do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz). Publicou os contos "O Homem na Rotunda", "Quando Virmos o Mar" e "Medula" (Prémio Nortear Galiza - Norte de Portugal, levado a cena pela Peripécia Teatro). "Tenho os Olhos a Florir" (Gradiva, 2024) marca a entrada na literatura infantojuvenil. Recebeu o Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho com o inédito "Como Caminhar num Pântano", que será publicado em 2026. Enquanto dramaturga, escreveu os libretos das óperas "Maria Magola", "Madrugada: As razões de um movimento", "Belo é o Destino Desconhecido", o teatro musical "O Guarda-Rios Mágico e o circo Cícero" e o "Milagre da Vida". Estreia-se na não-ficção com "A Última Lição de José Gil" (Contraponto, 2025), longa entrevista ao filósofo. "Acaso é Nascer" (Flâneur, 2025), edição solidária pelas crianças palestinianas, é o seu mais recente livro. Acredita no poder e na liberdade da palavra.

Sinopse:

"Liberdade pode ser isto - nenhum peso nas mãos." Entre o gesto transgressor e a escrita, aqui constrói-se um retrato íntimo e vívido de quem observa o mundo enquanto o corpo dá repetidos sinais de quebra. Uma personagem consciente da proximidade da morte, mas ferozmente avessa à piedade alheia, que inventa para si um modo singular de estar no tempo - cria legendagens para filmes, imagina diálogos, altera sentidos, como se a linguagem ainda pudesse suspender o fim que se avizinha. A culpa é um bicho de muitas cabeças: culpa de quê? Na cidade, a narradora de duas vozes cruza-se com figuras laterais e intensas: uma jovem grávida, um amigo esotérico, a dona de uma papelaria. Cada testemunho de encontro revela um fragmento de um espaço urbano entendido como um coro de desajustados, onde todos travam as suas batalhas invisíveis. Entre lucidez, ironia e ternura áspera, esta história é uma meditação sobre liberdade, perda e resistência, onde a escrita se afirma como um último ato de insubmissão.

Tipo de Literatura:

Lusófona

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Romance

Editora:

Gradiva

Data de Lançamento:

Março 2026

Nº de Páginas:

168

ISBN:

9789897854156