Veneza de Jan Morris

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"(...) Peripécias do quotidiano, declinações dialectais, humores, mitos, equívocos, anedotário indígena, bricabraque, antigos ritos, nada escapa ao exaustivo tour d’horizon. (...Uma) excepcional qualidade d(e) escrita." - Eduardo Pitta, Público.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

14,8 x 20,1 x 2,7cm

Autor:

Jan Morris

Sobre o Autor:

Jan Morris (1926-2020) nasceu em Clevedon, Inglaterra, filha de pai galês e de mãe inglesa, com o nome de James Humphrey Morris. Apesar da identidade masculina, percebeu "aos três, talvez quatro anos", que tinha nascido "no corpo errado", concluindo a transição para o sexo feminino em 1972. Estudou história em Oxford e aos 17 anos ingressou no Exército inglês. Depois de deixar a vida militar, dedicou-se ao jornalismo e integrou a redação do "The Times". Publicou o primeiro livro, na sequência de uma visita aos EUA, em 1956. Daí em diante, escreveu dezenas de relatos de viagens, livros de história e ensaios, dois romances e uma coletânea de contos. Na Tinta-da-china, foram já publicados "Veneza", "Hav", "Espanha", "Manhattan ’45", "Conundrum" e "Trieste". Passou os últimos anos da sua vida no País de Gales, na companhia de Elizabeth Tuckiness, com quem se tinha casado em 1949 e com quem teve cinco filhos. Em 2008, o "The Times" incluiu-a entre os 15 maiores escritores britânicos do pós-guerra e, em 2018, foi distinguida com o Prémio "Edward Stanford", pelo seu contributo ímpar para a literatura de viagens.

Sinopse:

Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."

Língua:

Português

Capa:

Capa Dura

Temática:

Crónicas e Atualidade

Editora:

Tinta da China

Data de Lançamento:

Junho 2009

Nº de Páginas:

440

ISBN:

9789896710002