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Dimensões:
15,9 x 24,3 x 2,5cm
Autor:
Siri Hustvedt
Sobre o Autor:
Romancista, ensaísta e poeta, Siri Hustvedt nasceu em Northfield, no Minnesota. Filha de um professor de Literatura Escandinava e de uma imigrante norueguesa, tirou o curso de História no "St. Olaf College" e o doutoramento em Inglês na Universidade de Columbia. Em 2012, foi distinguida com o Prémio Internacional Gabarrón de Pensamento e Humanidades 2012. Foi homenageada com doutoramentos honoris causa pelas universidades de Oslo, Stendhal-Grenoble e Gutenberg University-Mainz. Em 2019, foi-lhe atribuído o Prémio Princesa das Astúrias de Letras. Em Portugal, estão publicados os seus romances "Verão Sem Homens", "Aquilo que Eu Amava" e "O Mundo Ardente". A sua obra está traduzida para mais de trinta línguas.
Sinopse:
Com 23 anos e o objectivo de escrever um livro, S. H. troca o interior rural dos Estados Unidos por um esquálido apartamento na exuberante Nova Iorque do final dos anos 70. Todos os dias, para combater a solidão e a fome, a rapariga parte à descoberta da cidade, que na época é suja e perigosa e repleta de aventuras. Tem como única companhia os heróis literários da sua adolescência - Dom Quixote e Tristram Shandy - e a voz de uma vizinha, Lucy Brite, que todas as noites lhe chega através da parede da sala, entoando um triste cântico e longos monólogos bizarros, que S. H. aponta num diário. A misteriosa Lucy rapidamente se torna uma obsessão. Quarenta anos depois, a reputada escritora S. H. encontra o seu velho diário e o rascunho de um romance inacabado. Justapondo os diversos textos, ela cria um diálogo entre os seus diferentes "eus" ao longo das décadas, num jogo que transforma a narradora - e o leitor - numa espécie de Sherlock Holmes (S.H.) em busca da verdade possível entre a memória e a imaginação. Neste "retrato da artista enquanto jovem", misto de thriller psicológico e bildungsroman, Siri Hustvedt questiona a nossa relação com a realidade, a capacidade da arte de mudar a nossa percepção do mundo, os limites da ficção e os mistérios da personalidade e da memória. Um romance profundamente feminista, que analisa o papel da mulher na sociedade patriarcal e as diferentes formas de violência a que está sujeita, e recupera uma figura fascinante da História, a excêntrica baronesa Elsa von Freytag-Loringhoven, a artista dadaísta de cuja obra Marcel Duchamp se apropriou.
Tipo de Literatura:
Traduzida
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
Romance
Editora:
Dom Quixote
Data de Lançamento:
Junho 2020
Nº de Páginas:
400
ISBN:
9789722069663