Fala-lhes de Batalhas, de Reis e de Elefantes de Mathias Énard

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"Ao morrer, quase nonagenário, Miguel Ângelo ainda guarda de Constantinopla “uma vaga luz, uma doçura subtil mesclada de amargura, uma música distante”. É a música sublime que atravessa este romance, tão harmonioso e inesquecível quanto a ponte que nunca existiu." - José Mário Silva, Expresso.


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Dimensões:

15,9 x 23,7 x 1,0cm

Autor:

Mathias Énard

Sobre o Autor:

Mathias Énard nasceu em 1972, estudou persa e árabe, e viveu largos períodos no Médio Oriente. É professor de árabe na Universidade de Barcelona, cidade onde vive. É autor dos romances "La perfection du tir" (2003; Prémio dos Cinco Continentes da Francofonia 2004), "Remonter l’Orénoque" (2005), "Zona" (2008; prémios "Décembre" 2008 e "Livre Inter" 2009, entre outros), "Fala-lhes de Batalhas, de Reis e de Elefantes" (2010; Prémio "Goncourt des Lycéens" 2010 e Prémio do Livro em "Poitou-Charentes" 2011), "Rue des Voleurs" (2012; finalista do Prémio "Goncourt" e vencedor do Prémio Lista "Goncourt" / A Escolha do Oriente 2012, entre outros), "Bússola" (2015; Prémio "Goncourt" 2015 e Prémio Lista "Goncourt" / A Escolha da Suíça 2015), "Le Banquet annuel de la confrérie des fossoyeurs" (2020) e "Desertar" (2023). Publicou também os livros de ensaio "Bréviaire des artificiers" (2007) e "L’alcool et la nostalgie" (2011).

Sinopse:

13 de Maio de 1506: ao desembarcar em Constantinopla a, Miguel Ângelo sabe que enfrenta o poderio e a cólera de Júlio II, papa guerreiro e mau pagador, para quem deixou preparada a edificação de um túmulo em Roma. Mas como não havia de responder ao convite do sultão Bayazid, que, depois de ter recusado os planos de Leonardo da Vinci, lhe propõe a concepção de uma ponte sobre o Corno de Ouro? Assim começa este romance, todo ele feito de alusões históricas, que se serve de um facto concreto para expor os mistérios daquela viagem. Perturbante como o encontro do homem do Renascimento com as belezas do mundo otomano, exato e cinzelado como uma peça de ourivesaria, este retrato do artista em pleno trabalho é também uma fascinante reflexão sobre o ato de criar e sobre o simbolismo de um gesto inacabado para a outra margem da civilização. É que, através da crónica dessas poucas semanas da História, Mathias Énard esboça uma geografia política cujas hesitações ainda hoje, passados cinco séculos, são igualmente sensíveis.

Tipo de Literatura:

Traduzida

Plano Nacional de Leitura:

Sim

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Romance

Editora:

Dom Quixote

Data de Lançamento:

Maio 2013

Nº de Páginas:

160

ISBN:

9789722051743