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Dimensões:
14,5 x 20,5 x 0,7cm
Autor:
José Tolentino Mendonça
Sobre o Autor:
José Tolentino Mendonça é poeta, sacerdote e professor. Nasceu na ilha da Madeira. Estudou Ciências Bíblicas em Roma e vive no Vaticano desde 2018, onde foi responsável pela Biblioteca Apostólica e pelo Arquivo Secreto do Vaticano e é atualmente Prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação. Em 2019, foi elevado a Cardeal pelo Papa Francisco. Para José Tolentino Mendonça, "a poesia é a arte de resistir ao seu tempo". Os seus livros têm sido distinguidos com vários prémios, entre eles o Prémio Cidade de Lisboa de Poesia (1998), o Prémio PEN Clube de Ensaio (2005), o italiano Res Magnae, para obras ensaísticas (2015), o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE (2015), o Grande Prémio APE de Crónica (2016), prestigiado Prémio Capri-San Michele (2017), o Prémio D. Diniz (2022), Francisco de Sá de Miranda (2022) e o Prémio Pessoa (2023).
Sinopse:
Reconhecido unanimemente como um dos grandes poetas portugueses da atualidade, José Tolentino Mendonça regressa aos seus leitores com Estação Central, onde um dos poemas que o integram tem a seguinte epígrafe de Dietrich Bonhoeffer: "Deus é impotente e fraco no mundo, e somente assim está connosco e nos ajuda". Compreende-se por isso que "[-] Deus sendo puro deixa-se consumir / com a paixão insultuosa / dos devassos". Esta ambivalência entre a solidão da humanidade e o maravilhoso mistério que a acompanha perpassa as páginas deste livro. CREDO atribuído a Yossel Rakover Creio no sol, mesmo quando não o vejo Creio no amor, mesmo quando não o abraço Creio em Deus, mesmo quando Deus se cala
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
Poesia
Editora:
Assírio & Alvim
Data de Lançamento:
Setembro 2012
Nº de Páginas:
64
ISBN:
9789720793195