10 %

Caderno de Memórias Coloniais de Isabela Figueiredo

€11,61 /un Price reduced from €12,90 /un to
€11,61 /un

Desconto Imediato: 10%

Pretende oferecer este livro? Aproveite a oferta do embrulho. Selecione aqui o respetivo saco e aplique o cupão "EMBRULHO" ao finalizar a compra.

"O Caderno de Memórias Coloniais relata a história de uma menina a caminho da adolescência, que viveu essa fase da vida no período tumultuoso do final do Império colonial português. O cenário é a cidade de Lourenço Marques, hoje Maputo, espaço no qual se movem as duas personagens em luta: pai e filha." - Isabela Figueiredo, in "Palavras prévias".


Onde se lê promoção na frase abaixo, deverá ler-se fixação de preço dentro dos limites permitidos pelo regime do preço fixo do livro.

Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

13,6 x 21,1 x 1,5cm

Autor:

Isabela Figueiredo

Sobre o Autor:

Isabela Figueiredo nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, hoje Maputo, em 1963, filha de portugueses oriundos da zona Centro-Oeste de Portugal. Após a independência de Moçambique, em 1975, rumou a Portugal. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Especializou-se em Estudos sobre as Mulheres na Universidade Aberta. Trabalhou como jornalista no Diário de Notícias entre 1988 e 1994, onde foi também coordenadora do suplemento DN Jovem. Foi professora de português no ensino secundário. Escreveu "Conto é Como Quem Diz", novela que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, "Caderno de Memórias Coloniais", cuja edição francesa foi finalista do Prémio Femina Estrangeiro, e "A Gorda", obra que recebeu o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues. Estas duas obras alcançaram grande êxito junto do público e da crítica, especialmente em Portugal e no Brasil, sendo constantemente reimpressas. Escreve regularmente para o seu blogue Novo Mundo.

Sinopse:

"Nenhum livro restitui, melhor do que este, a verdade nua e brutal do colonialismo português em Moçambique. Até porque, como a autora refere, ele aparece envolvido pelo mito da sua mansuetude - sobretudo quando comparado, como era sempre, com o apartheid sul-africano. Mito tão interiorizado pelos próprios colonos que através dele, como por uma lente, percepcionavam a realidade de que constituíam um elemento decisivo - como considerar-se a si mesmos violentos e prepotentes no tratamento que davam aos negros? A verdade escondia-se sob a boa consciência necessária à regularidade quotidiana da vida «paradisíaca» dos brancos. Para a desenterrar era preciso ir procura-la nas sensações infinitamente vibráteis e virgens de uma menina, filha de colonos, que vivia à flor da pele o sentido mais profundo de tudo o que acontecia." - José Gil, in "Sobre Caderno de Memórias Coloniais"

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Biografias e Vidas Reais

Editora:

Caminho

Data de Lançamento:

Setembro 2015

Nº de Páginas:

224

ISBN:

9789722127585