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Um livro que parece uma torrente imparável e em que uma mulher toma a palavra. Cheia de humor, fúria, desejo de falar e de esclarecer as coisas.
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Dimensões:
15 x 23,5 x 1,4cm
Autor:
Anne Akrich
Sobre o Autor:
Anne Akrich (1986) nasceu em Paris, filha de mãe polinésia e de pai judeu tunisino. Passou a adolescência no Taiti, estudou na Sorbonne e foi jornalista. Publicou romances e ensaios, notórios e muito falados pelo seu tom "belicoso". Em 2018 escreveu o romance "Il faut se méfier des hommes nus", sobre a "biografia tragicómica" de um monstro sagrado do cinema, Marlon Brando, e sobre o Taiti.
Sinopse:
Neste livro não há muito pudor, nem decoro, nem tranquilidade. Quase tudo é explosivo, mesmo quando a autora sussurra confidências - a sua história extremamente pessoal e a memória familiar trans-formam-se num manifesto feminista: a violação (e a violação do desejo feminino), a sua negação, a sua instrumentalização. Neste texto iconoclasta, torrencial, a autora diz em voz alta e com rara audácia o que muitas mulheres pensam consigo mesmas e o que muitos homens se recusam a imaginar acerca de desejo feminino, maternidade, estupro, a suposta «zona cinzenta» do consentimento, o diálogo impossível entre os sexos, o «Me Too» e a nova caça às bruxas, a educação dos filhos, o olhar masculino que domina o mundo das artes e das letras - e sempre com humor devastador. E se o riso fosse a arma mais poderosa para superar os nossos antagonismos estéreis? E se os homens desconhecem, mesmo, as mulheres? E se o sexo das mulheres fosse essa torrente de festa, desejo, humor, fúria, pacificação, antagonismo, delicadeza?
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
Biografias e Vidas Reais
Editora:
Quetzal
Data de Lançamento:
Setembro 2023
Nº de Páginas:
176
ISBN:
9789897228988