À Espera que Venha o Diabo de Mary MacLane

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Num estilo naturalmente coloquial, a diarista adolescente ousada e angustiada de 1902 soa, mais de um século depois, moderna, e "À Espera que Venha o Diabo" continua a ser um texto fundamental que tem de ser descoberto.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

15,0 x 23,2 x 1,5cm

Autor:

Mary MacLane

Sobre o Autor:

Mary MacLane nasceu em 1 ou 2 de maio de 1881, em Winnipeg, no Canadá, foi uma pioneira escritora feminista cujo relato autobiográfico franco, escrito aos 19 anos e publicado em 1902, se tornou um "best-seller" instantâneo. Filha de pais presbiterianos escoceses e canadianos, era uma de quatro filhos. O seu pai, James, trabalhava como agente do governo canadiano, investindo em rebanhos de gado e barcos a remos. Quando Mary tinha 4 anos, a família mudou-se para Fergus Falls, no Minnesota. Pouco depois da morte do pai, em 1889, a família foi para o Montana e, por fim, para Butte, então uma próspera cidade mineradora de cobre, onde a mãe se casou com um "fotógrafo errante". Conhecida como a "mulher selvagem de Butte", MacLane adotou um estilo confessional modernista para expressar os seus desejos eróticos e as suas francas e ousadas reflexões acerca da amizade e dela mesma. Após duas décadas de estrelato, em que participou no desfile do 4 de Julho, teve MacLane Clubs e era exemplo para as jovens rebeldes, foi praticamente esquecida. "Enfant terrible" da literatura americana, em 6 de agosto de 1929, Mary MacLane foi encontrada morta num albergue em Chicago. Escritores como Hemingway, Crane, Stein e Fitzgerald afirmaram que MacLane foi uma influência importante na sua busca por um novo estilo americano.

Sinopse:

"À Espera que Venha o Diabo", de Mary MacLane, foi um escândalo e um sucesso de vendas internacional em 1902. Este livro é o diário escandaloso de Mary MacLane, uma jovem de 19 anos que vive em Butte, Montana, que se auto-intitula "ladra", "vagabunda", "mentirosa" e "filósofa da minha própria escola peripatética". Com uma escrita provocadora e confessional, a protagonista anseia por experiências mundanas e transborda de desejo bissexual e de revolta contra as injustiças da juventude e de ser mulher, ao mesmo tempo que expressa um orgulho desmesurado pelo seu belo corpo jovem feminino e pela sua mente, rejeitando abertamente a ideia de que era como todas as outras pessoas, da sua época ou de qualquer outra. Num estilo naturalmente coloquial, a diarista adolescente ousada e angustiada de 1902 soa, mais de um século depois, moderna, e "À Espera que Venha o Diabo" continua a ser um texto fundamental que tem de ser descoberto.

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Biografias

Editora:

Guerra & Paz

Data de Lançamento:

Fevereiro 2026

Nº de Páginas:

232

ISBN:

9789895763566