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Dimensões:
14,5 x 20,5 x 0,7cm
Autor:
Golgona Anghel
Sobre o Autor:
Golgona Anghel é licenciada (2003) em Estudos Portugueses e Espanhóis na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e doutorada (2009) em Literatura Portuguesa Contemporânea na mesma universidade. Atualmente, é bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia e desenvolve um projeto de pós-doutoramento sobre cinema e literatura, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Publicou dois livros de ensaio — Eis-me acordado muito tempo depois de mim, uma biografia de Al Berto (Quasi Edições, 2006), Cronos decide morrer, viva Aiôn, Leituras do tempo em Al Berto (Língua Morta, 2013) e preparou uma edição diplomática dos Diários do poeta Al Berto (Assírio & Alvim, 2012). Com uma mão numa salada de ovas de bacalhau e outra numa caneta de tinta permanente, escreve, hoje, sem trégua, espalha doenças, alimenta casos perdidos, parte os dentes dos curiosos passageiros. Tudo isto está devidamente registado: Crematório Sentimental (Quasi Edições, 2007), Vim porque me pagavam, (Mariposa Azual, 2011), Como uma flor de plástico na montra de um talho (Assírio & Alvim, 2013).
Sinopse:
Encontrámos as partes, mas ainda não o conjunto. Falta-nos esta última força. Falta-nos a esperança como uma espuma branca que nos proteja e nos una. Procuramos esse sustento salutar: conviver, perseguidos por uma espécie de incontinência verbal. Na juventude, começámos com uma boneca de corda, a que demos tudo o que tínhamos. O fracasso estava, no entanto, treinado para receber-nos, com luvas gigantes, como se fôssemos bolas de basebol. Continuamos calados. À procura. Com fome. Não podemos fazer mais.
Língua:
Português
Capa:
Capa Mole
Temática:
Poesia
Editora:
Assírio & Alvim
Data de Lançamento:
Maio 2017
Nº de Páginas:
72
ISBN:
9789723719642