"Bonecos Para o Povo" de Pedro Piedade Marques

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João Abel Manta, artista revolucionário.


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Promoção válida de 01/01/2023 a 31/12/2030

Dimensões:

17,0 x 24,5 x 2,5cm

Autor:

Pedro Piedade Marques

Sobre o Autor:

Pedro Piedade Marques nasceu em Luanda, em 1971. Licenciado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Designer gráfico. Tradutor (Jerzy Kosinski, Eduardo Galeano, Ray Bradbury, Jeff Vandermeer, entre outros). Editor nos projetos "Livros de Areia" (descontinuado) e "Montag". Tem textos publicados na imprensa e em livros coletivos, foi autor de "Editor contra" (Montag, 2015) e "Portugal em Sade, Sade em Portugal, seguido de O Affaire Sade de Lisboa" (com Aníbal Fernandes, Montag, 2016) e coordenador das reedições dos livros de João Abel Manta "Caricaturas Portuguesas dos Anos de Salazar" (Tinta-da-china, 2022) e "Cartoons" (Tinta-da-china, 2023). Colaborou com Laurent Filipe e Paula Castelar na produção do filme "A torre de João Abel Manta, o imaginador" e já comissariou dezenas de exposições, incluindo várias dedicadas à obra de João Abel Manta. A mais recente, ""Bonecos para o povo": João Abel Manta, artista revolucionário, na SNBA" (2025), que deu origem ao livro com o mesmo nome.

Sinopse:

O primeiro grande estudo da "obra em revolução" de "João Abel Manta", reunindo a mais vasta amostra de um trabalho gráfico vivo, que é também o símbolo de uma época. "Cinco da manhã. Deram-me logo o alarme, liguei o rádio e pus-me à escuta. (…) Fiquei tão entusiasmado que nunca mais parei — comecei, nesse mesmo dia, a fazer tantos bonecos que até sobravam para o dia seguinte!" — "João Abel Manta" Em abril de 1974, João Abel Manta já tinha feito uma revolução no cartoon nacional. No ano e meio que se seguiu, juntou essa revolução nas folhas de jornal à que corria pelas ruas, onde o seu cartaz "MFA, Povo" se tornou num símbolo desses dias. Passado o tempo das utopias, ainda regressou para nos lembrar os anos de Salazar e avisar da importância de combater esse fantasma — combate que começara ainda na adolescência. Essa "obra em revolução" — uma das mais importantes do século XX português — continua viva e tem aqui o seu primeiro estudo. "João Abel Manta" nasceu em Lisboa, em 1928, filho dos pintores Abel Manta e Clementina Carneiro de Moura Manta. Foi arquiteto, desenhador, gravador, ilustrador de livros, cartoonista, cenógrafo e figurinista de teatro, criador de painéis de azulejos e tapeçarias, designer de selos, moedas e cartazes, e pintor. Expôs em Portugal e no estrangeiro — em São Paulo, Lugano, Madrid, Medellín, Tóquio, Leipzig, Berlim e Londres, onde chegou a viver e trabalhar. Foi duas vezes premiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. De 1969 a 1979, foi o mais importante cartoonista português em três jornais de referência — sem cobrar um centavo. Tem obra pública de azulejaria e calçada portuguesa em Lisboa e Coimbra. Desde 1982, dedica-se quase exclusivamente à pintura.

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Arte

Editora:

Tinta da China

Data de Lançamento:

Novembro 2025

Nº de Páginas:

424

ISBN:

9789896719852