João de Ferro - O Grande Clássico sobre Homens e Masculinidade de Robert Bly

Reflexão sobre os desafios de ser homem, nos dias de hoje.


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Notas de preparação

Indique as suas preferências (ex: bananas verdes, pão fatiado, peixe escamado)

Dimensões:

15,8 x 23,5 x 2,2cm

Autor:

Robert Bly

Sobre o Autor:

Robert Bly, ativista e líder do movimento mitopoético masculino – sobretudo desde que publicou a sua obra mais emblemática, "João de Ferro". Recebeu vários prémios ao longo da carreira, incluindo o "National Book Award" (pela sua poesia); em 2013, foi distinguido com a "Robert Frost Medal", atribuída pela Sociedade de Poesia da América pelo conjunto da sua obra. Depois de acabar o ensino secundário, Bly ingressou na Marinha Norte-americana, onde serviu dois anos. Regressou aos estudos no "St. Olaf College", tendo depois sido transferido para a Universidade de Harvard. Seguiu-se um mestrado em Belas Artes na Universidade de Iowa e uma bolsa da "Fulbright" que o levou à Noruega, onde começou a estudar e a traduzir poesia escandinava. Fluente em várias línguas, teve um papel essencial a tradução de poetas então pouco conhecidos nos EUA, como Gunnar Ekelöf, Antonio Machado, Pablo Neruda, Cesar Vallejo, Rumi, Hafez, Kabir e Mirabai. Saiba mais em www.robertbly.com

Sinopse:

Em 1815 os Irmãos Grimm publicaram um conto invulgar sobre a entrada de um rapaz na idade adulta. Um caçador chega a uma cidade à procura de aventura. Falam-lhe de um monstro que vive escondido num lago profundo, algures na floresta. Sem mais demora, o aventureiro penetra no arvoredo e captura a criatura que acaba enjaulada no palácio, ficando a rainha com a única chave que a poderá libertar. É então que entra em cena o filho dos monarcas, um miúdo de oito anos. O monstro, de seu nome João de Ferro, tenta negociar com a criança a sua liberdade… em troca de uma bola dourada. a história não acaba aqui. E serve de mote a esta obra do premiado poeta e tradutor americano Robert Bly. O livro provocou furor quando foi publicado em 1990 e manteve-se teimosamente no top de vendas do "New York Times" durante mais de um ano. Hoje é uma obra de culto, por ter aberto caminho à apologia da masculinidade profunda e saudável. Ao partir de um conto de fadas, analisado à luz da mitologia, da literatura, do imaginário popular e da psicologia Junguiana, o autor explora a lenta erosão da masculinidade. E justifica-a baseado em dois fatores principais: o fim da "aldeia", com os seus rituais de passagem, e a crescente ausência do pai enquanto figura modelo (é ele quem sustenta e protege a família). Obra ainda hoje polémica, que marcou todo um movimento de reivindicação dos valores e valências tradicionais associados ao homem, provoca e ilumina. A enorme erudição do autor e o seu talento para narrar histórias garantem uma leitura feroz e desafiante. Na essência, o que se pretende é redescobrir esse "eu" escondido na floresta, o ser selvagem, que não teme libertar-se da mãe (ou do pai) para procurar a independência e a autodeterminação.

Língua:

Português

Capa:

Capa Mole

Temática:

Desenvolvimento Pessoal e Autoajuda

Editora:

Lua de Papel

Data de Lançamento:

Julho 2026

Nº de Páginas:

352

ISBN:

9.78989E+12

Informação Adicional:

Tradução de João Carlos Silva